Diana Vreeland: sacerdotisa e soberana.

Nascida em Paris durante a Belle Époque, (29 de setembro de 1903), Diana viveu a infância na França e mudou-se ainda mocinha para New York.

De início: Diana Vreeland foi editora-chefe das duas maiores publicações revistas de moda do mundo, Vogue e Harper’s Bazaar, era conhecida por sua criatividade ilimitada e seu forte temperamento.

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Lendária. Ícone de estilo. Sacerdotisa da moda. Soberana de luxo. Todos esses adjetivos foram usados para se referir a Diana.

“Sei o que as mulheres vão vestir antes delas saberem”, dizia profeticamente Diana, e se hoje, Anna Wintor é o  o nome que lembramos quando o assunto é poder no mundinho fashion, muito antes dela, quem ditava a moda era Diana Vreeland, na Harper’s Bazaar, onde ela começou sua carreira em 1937 e permaneceu por 25 anos.

Sua fama começou com declarações polêmicas nas páginas da revista e em plena recessão, escrevia: “Sabe o champagne que sobrou de ontem? Porque você não passa nos cabelos para clareá-los?” ou “O biquíni foi a invenção mais importante deste século depois da bomba atômica”.

Mas foi em 1962, quando entrou na Vogue, que sua influência se tornou internacionalmente conhecida. Sua personalidade excêntrica se refletia em tudo, no escritório e no apartamento totalmente vermelho, sua cor preferida.

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De personalidade muito forte e temida, Diana obrigava todas a usar salto alto e acessórios barulhentos para que ela sempre soubesse quando estavam por perto.

Quando seu marido morreu em 1966, ela foi ao velório toda vestida de branco.   Diana também foi consultora e amiga íntima de Jacqueline Kennedy.

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O fotógrafo Richard Avedon afirma que “Vreeland foi a única editora boa de fato”, que ele conheceu. Lisa Immordino Vreeland, casada com o neto de Diana, diz que, “as pessoas adoravam sua personalidade, seus looks e sua extravagância. É uma mulher inesquecível.”

“Ela foi algo muito grande na moda, foi um ícone, uma editora, uma jornalista e também uma stylist incrível… Uma mulher muito poderosa. Eu gostaria de tê-la conhecido”, afirma a editora de moda da Vogue Japão Anna Dello Russo.

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Para quem quiser conhecer mais sobre Diana, assistam ao documentário: Diana Vreeland: The Eye Has to Travel. Vale a pena!

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